noite

sábado, 30 de janeiro de 2010.
Melancólica noite nasce mais um
dia,
cilencioza beleza e escura,
sombria.
sempre renascendo ao fim de um
Amanhecer;
Uma Noite CRIA Doce Vida em seu
anoitecer.
escondendo em suas sombras um eixo de
Luz,
cobrindo seus medos pregados na
Cruz.
noite adorável, onde seus sonhos voam sobre seu negro
Céu
folhas dezejos libertos cada um vento
seu.
susurros que falam nada,
Olhos Abertos Mas Que Nada
Olham,
Passos cegos em nehum lugar,
Caminhos Levados um lugar,
Algum.
Limitando DEVE npssp próprio
Destino,
preso na noite em nosso próprio
Caminhar,
Noite melancólica, fria e indefeza
Cheia de trevas em sua bela
natureza,
sonos profundos em seu Domínio
em muitos, olhos fechados,
dormindo.
sem sentir sua beleza percorrer seu
tempo.
Tempo morto a cada soprar DE SEnós
Ventos.
Escuridão apaixonante, que nasce um fim de cada
Tarde ...
sempre morta a cada dia que
NASCE.















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