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aguas brancas

sexta-feira, 19 de fevereiro de 2010.
Águas Brancas
Vejo uma sombra, líquida que se move
A pele como a uma pérola no mar
Não consigo resistir à isso, sua voz no vento
Mas são meus olhos que me enganam?
É você que vejo?
Deite em meus braços
Confie naquilo que você vê
Acalme sua respiração, você estará comigo
Para encontrar seu alívio
Contemplando as ondas espumantes, tão próximas
Tudo de repente fica claro
Entorpeça com a dor, e ainda estarei esperando
A água está me puxando para perto
Você me daria boas-vindas?
Deite em meus braços
Tente não respirar
Sereno amor, você esta aqui comigo
Você não precisa dizer palavra alguma
Pelos meus erros, eu sou culpado
Nunca acreditei que tudo isso significaria cair
Eu daria minha vida, para ter você por perto mais uma vez
Me leve, você me perdoaria?

Épica
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maldita solidão

sábado, 13 de fevereiro de 2010.
Quero me afastar dessa solidão mas ela me cerca
não tenho mais força para lutar, nem mesmo o amor
consegue se afastar...ela também o prende o afoga em
suas lágrimas de tristeza ... meu coração não bate mais
tão acelerado como antes ela está congelado com sua frieza!!
maldita solidão!!
autora: lady dark (eu)




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sepultarei...

quarta-feira, 10 de fevereiro de 2010.

Sepultarei este sentimento sem lápide ,


sem flor, no mais profundo esquecimento


sepultando junto toda minha dor.


Sepultarei minhas lembranças e toda


saudade que sinto de ti...


no mais profundo esquecimento,


no lamento de cada dia que perdi.


Sepultarei este sentimento e junto dele


minha esperança , minha ilusão


sangrando a alma...


feito lança fincando o coração.


Enterro-te , meu sentimento, no poço


fundo que me lançastes, permaneça


lá no fundo de onde saíste e nunca mais


me vem afligir.


Sepultando-te eu sobrevivo sem


lamúrias... sem sofrimentos, encontrando


minha luz, afugentando meu tormento.


Sepulto este amor no mais profundo


esquecimento, sem ressentimento.


Sem lápide , sem flor.

Leni Martins

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†madrugada†

O sangue percorre meu corpo
Um silêncio percorre os segundos
Não sinto meus pés no chão
Sinto é um vazio imenso na alma
Uma extrema calma
Eu quero chorar e gritar
Eu quero é sumir
E caminhar na escuridão
Com o coração quebrado e sangrando
Rasgando de solidão
Vago no céu estrelado
Acabou a noite , e chegou a madrugada
Eu choro em lágrimas de sangue
Por não Ter a liberdade
Por ficar só na vontade
De poder vagar mais alto
Em trevas imensas
Em noites densas
Sob os sepulcros vazios
Agora paro, sento em um telhado
Reparo a noite, acabou a madrugada
Dormirei aqui, sob a lua
Minha branca lua
Como eu ...
meus olhos se fecham
e minha alma vaga... e assim, pra mim...
continua a madrugada...

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lágrimas depresivas



É assim todo o dia
O sol clareia brando
A lua suaviza meu pranto
Medito sobre minha vida vazia

Lágrimas de suplício
Lágrimas geladas...
Lágrimas desperdiçadas...
Tentando aliviar meu martírio

E eu odeio tudo isso
Odeio sentir essa tortura
Ser seguida por essa amargura
Até já tentei suicídio

Minha lamúria
Meu terror que queima minha alma
Minha mortificação que não me deixa ter calma
Minha eterna fúria

Lágrimas...
Lágrimas de dor
Lágrimas sem amor
Mágoas...

Tentei me afogar
Nessa lamentação inútil
Nesse lamento fútil
Na bruma que disfarça o mar

Mas isso não me protegeu
Só me trouxe mais aflição
Só trouxe minha crucificação
Mas isso não me abateu

Pois, assim como eu
Nesse mundo profano
Sufocado nesse desejo insano
Muita gente morreu...

Nessa imortal depressão!!




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†na noite sou livre †

terça-feira, 9 de fevereiro de 2010.
No vazio de toda noite
me sinto tão livre,tão liberta
não preciso mais daquela foice
agora estou com a mente aberta.

A lua em silêncio me observa
a brisa leve toca meu rosto
esse é o paraiso que me reserva
a parte de minha vida que tenho gosto.

É nesse maravilhoso momento do dia
que desperto meu ser escondido
me livro de toda melancolia
e me entrego ao sentido proibido.

Quando o dia volta a raiar
começo de novo a ver rostos
rostos que gostam de enganar
com suas falsidades e injurias que dão desgosto.

Por isso prefiro a noite perambular
pois assim não haverão rostos com os quais odiar!



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a canção das almas perdidas

perdida nesse meu mundo escasso
uma lágrima perde-se na escuridão.
um conflito de personificação
ato de destreza do acaso.
um naufrágio de ilusões tão reais
[ infidável aptidão pelo desconhecido
ânsia insaciável,cede de infinito
desejos inebriantes...incontroláveis!

amo a infinidade dos meus sonhos não vividos
sonhos que levei com migo.
densos surtos metafísicos
nebulosos...esquisitos ....

capciosa utopia funesta
tatuei na alma tudo que sinto
razões,angustias grotescas
de mergulhar-me no eterno recinto.

ser a canção das almas esquecidas
de melodia lasciva e insolente
a poesia gótica e demente
recitada por uma poetiza maldita.

mas um anjo caiu:a escolhida
que a morte estendeu-lhe a mão
para dançar, enfim a ultima canção
que todos ao de dançar um dia!!
(autora:lady.6.4.3)
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vazia

"tenho medo desse meu vazio que nada preenche
tenho medo dessas feridas que nunca saram;
tenho medo dessas dor que nada acalenta;
tenho medo da não está morta!!"
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Post excluido

sábado, 6 de fevereiro de 2010.

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