anguish

sábado, 22 de maio de 2010.

Eu respiro o perfume do lírio do campo
Que já não sustenta mais de angúnstia
Sangram as lágrimas que caem...
Suspira à saudade que varre as lembranças..
Quero cair....quero me jogar ao longe onde nada mais me acolherá
Quero derramar sozinha minhas lágrimas
Como o lírio, quero me isolar...
mesmo que eu sangre até a sublime morte...
Quero deitar-me sob a terra
e observar a beleza de estar vulnerável e sozinha
Ser absorvida para seu interior
Ser parte da sua essência
É tudo que quero e penso em sentir
Em meus mais profundos momentos de desespero
Quando minha alma exala o som da morte
Ao mesmo implícita o desejo de estar permeando a beleza vivida aos antepassados
Um desejo que arde...que anseia a intorromper esse sentimento
Mas que não tem forças para lutar a isso...
A esperança que resta não basta...
Liga-se a mim por apenas um trêmulo fio
Que a qualquer momento, assim como minha vida, poderá se romper.

3 Comentários:

Anônimo disse...

que deprimente esse blog.

Anônimo disse...

as pessoas já morreram por se envolver com ocultismo? ou tiveram que ser internadas por causa desse tipo de coisa?

Anônimo disse...

Gostei muito do poema ,bem profundo ,descreve exatamente a dor e o sofrimento da perda. Como é se sentir só perdido no mundo de tristeza e saudade de que era ou é importante para si.

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