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Despedidas

terça-feira, 26 de novembro de 2013.


Olá queridos, é com um aperto no coração que digito essas palavras, hoje é um dia triste de pura saudades e lembranças de um  passado não muito distante, neste dia 26 faz um ano que um grande amigo se foi, era um grande poeta e compositor, ele que me incentivou a criar o blog e expor meus pensamentos mais íntimos e obscuros para todos vocês, ele que nas horas de desespero sempre esteve comigo, nas horas alegres estava sempre lá me fazendo sorrir... não consigo lembrar dele e não derramar uma lágrima, fecho os olhos e vejo seu rosto com um sorriso fácil , todos vocês que já perderam um ente querido deve compreender a dor que estou sentindo nesse momento, pode se passar um, dois, mil anos e nunca esquecemos aquela pessoa, talvez nos conformamos com o tempo, mas esquecer, jamais.
Deixo aqui então um trecho de um dos poetas preferidos dele, Alvares de Azevedo, como uma pequena homenagem nesse dia tão chuvoso e triste.


... Mas se o fado me afasta da ventura,

Levo no coração a tua imagem...

De noite mandarei-te os meus suspiros

No murmúrio da aragem!


Quando a noite vier saudosa e pura,

Contempla a estrela do pastor nos céus,

Quando a ela eu volver o olhar em pranto...

Verei os olhos teus!

...

Só contigo eu podia ser ditoso,

Em teus olhos sentir os lábios meus!

Eu morro de ciúme e de saudade...

Adeus, meu anjo, adeus!

Alvares
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Lei da Serpente




Eu sou apenas o reflexo de quem me vê
Ou eu não sou? 
Eles veem que eu não posso, 
o que poderia ser, ou que não podia ser. 
 Ainda me lembro das sombras da minha linhagem. 
A grandeza que possui, eu não posso ignorar a verdade
 Mas eu acredito em laços de sangue, 
As verdades são abstratas para o coração
 incoerentes para o ouvido, mas óbvias para a alma
Que a verdade seja dita, e eu devo dizer, 
eu vou para nada mais do que minha própria ilusão. 
E se há aqueles que deseja alimenta-la, eles são bem vindos. 
Para sempre haverá aqueles que desejam ver o fim. 
Ria comigo, me empreste seus ouvidos e escute um conto
 eu vou desenhar um sorriso e vejo você me olhar. 
Onde? Não me atrevo a comentar. 
eu sou apenas o reflexo do que eu gostaria que você visse
a história do meu coração deseja ser contada. 
É a história de fúria de um tigre, é a história da garra de um dragão, 
Vivi  pela lei da serpente.
Abrace a si mesmo, 
A viagem ainda esta no meio do caminho...

Lady Dark
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Asas negras (Poema do Leitor)

segunda-feira, 18 de novembro de 2013.

Asas negras, Amor e escuridão

Sozinho no escuro, mente aguçada, vendo corvos por todos os lados, encontro conforto nos braços da morte, encontro o gosto de sangue em seus lábios.

Seu belo rosto excita minha alma, seu toque frio adormece minha pele
escorre sangue pelos meus lábios, o grito da noite, o choro do palhaço,
um corvo no céu escuro, um corvo nos galhos, corvos por todos os lados.

seu sangue em minha mão, seu coração esta no buraco, sua alma esta chão e seu corpo esta em meu ombro.

a arvore do fruto proibido, a arvore da vida, e a arvore negra
o amor da alma perdida, o terror em seus olhos, o negro de seus cabelos, o verde de seus olhos, esta é minha obsessão pela sua pele.

Bruno Moral
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Flores

terça-feira, 30 de abril de 2013.

Meu coração é como flores queimadas 
que ardem no semblante
Sem esperança, cega, perdida ...
Mórbidas confissões que a alma não revela.

Meu coração é como flores
Com espinhos negros que me feriu.

Eu viajei em passos silenciosos pela escuridão
Sombras a retirar meus dias de sonhos
Para assustar-me para a vida.


Eu  me rendo ao seu poder sobre o meu lado mais obscuro,
longe das alegrias da carne, amaldiçoada!
Malditos!Oh vida! Oh fantasias!
Meu destino caiu para a prisão de minha alma,
As alegrias da vida são fracas para a carne
Consumida pela escuridão.

Sozinha na prisão da  minha alma,
Oh sonhos ! Óh meu Guardião da noite!
Minhas lágrimas tristes se afogou retiradas do meu inferno interior.
minha alma canta o desespero da sua morte
voltando para o reino da glória do tempo
Espalhando os fantasmas dentro do meu tormento.
Meu coração sangra sem paz, 
 Em tempos de guerra
Sozinha espero o meu destino
Porque eu estou perdida em caminhos escondidos dentro de mim
E minha voz ecoa em sua eternidade ...
Lady Dark



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Mórbida Amante



Dentro da escuridão da noite
Trazei depressa a rosa negra ,
Para teu mórbido amante 

Sua beleza brilha na escuridão
dentro de seus olhos,
Pele branca como a neve e olhos escuros como enxofre, 
Meus ossos tremem
Só de ouvi-la chamar  meu nome 

Lembre-se dos dias de hoje,
com o sol e seus raios,
quando brilhou sobre nós,
nenhum julgamento foi aprovado,
e nós andamos livres sobre a terra.

Mas a  escuridão reivindicou sua alma,
Andou consumindo carne humana ?
Tem ódio por aqueles que não sabem
Da vida que eles poderiam ter ao seu lado
E o  fim está próximo para eles,

É verdade o que dizem
Não há beleza sem crueldade.


À medida que a noite se aproxima 
As sombras se prolongam por toda a terra,
E ela caminha livremente entre os mortais
As mãos tão frias como a morte
e os olhos tão escuro como o crepúsculo,
ainda posso ver a crueldade 
em seu rosto, mas eu a Amo.

Lady Dark

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